quarta-feira, novembro 30, 2005

A insanidade percorre nossos corpos e permeia o impermeável. Vem sugando nossas forças e nossa coerência e deixando para trás rastros de tudo que sucedeu.
Meu corpo esconde segredos e minha boca cala. Meu socorro, meus devaneios a esmo, intercalando verdade e alucinação.
A contradição resvala. A sobriedade escorre pelos dedos e nos erros temos nossos consertos e nos concertos nossos acertos.
Desconsertado de tudo, dessa valia insana amainada pela soberania. Quero ser, estar, saber...
E mais... nada.
E no nada toda a inconstância de todas as informações.

segunda-feira, novembro 28, 2005

Todos os dias nos pregam peças... eles amanhecem e já vão nos enganando... o tempo nos engana, enquanto a alegria nos distrai. O sono nos transtorna e a irrealidade nos atrai....
Somos relativamente burros, sob essa óptica. A verdade relevante vai emoldurando nossas atitudes, cada traço pintando um quadro no papel e cada novidade alegrando novamente nosso dia... Ontem tive um bom dia, uma ótima noite e excelentes sonhos...
Estava com meus amigos, tive uma experiência que a tempos não tinha com meu maravilhoso PAI, depois fomos pra casa e pedimos pizzas... demos mtas risadas e comemos mto, mto!!! E depois mto sorvete!!! Uma festa... Onde ingênua e desprendidamente me recupero de atos falhos... corrompidos pelo dia-a-dia... na falta de um sábio entendimento...
Mas afinal os loucos não são sábios e os sábios não são loucos?
Vou aprendendo a cada dia a não entristecer ninguém e é tudo o que eu quero... Fazer o bem, alegrar a todos e poder ser exemplo... Um dia chego lá... Já cheguei até aqui... (hão de concordar q é uma mudança e tanto de estilo de vida e de modo de pensar...)

sábado, novembro 05, 2005

A felicidade me confunde, acalanta e felicita a todos com inverdades e vai extraindo de mim sensações como se fosse pirateando meus sonhos e distribuindo-os por aí gratuitamente... Forças? Onde é q elas estão? Acho q perdi por aí enquanto corria atrás do prejuízo da pirataria... reverter isso em originalidade é um progresso fantástico... Ela (ela mesma - Essa tal felicidade) vai se enveredando por ruas estreitas e eu na espreita seguindo vagarosamente para não ser percebida....
Controle subjulgado da mortalidade do finito... controlado por dedos imparáveis e uma tela longinqua q aproxima as relevâncias e dá adeus a distância em busca de um sentido natural....Empreitada conturbada... mundo conturbado... caminhos? Muitos... Escolher qual, é a tarefa indiscutível....em questão. E portanto, tb questionável torna-se a direção ... é preciso olhar bem, mirar bem lá no fundo pra enxergar... uma luzinha no fim de tudo... só uma luzinha... aqui, aí, ali... em todo flanco.... em todo lugar.....só essa luzinha encaminha corretamente... o mais... é uma sobra desnecessária de tudo que já se foi...
Porque as vezes esquecemos do que somos, outras do que fizemos ou deveríamos fazer? Porque temos tanta certeza de algumas coisas e qndo vamos mais a fundo nossas certezas desmoronam??? Todos os sentimentos se confundem dentro do peito, um amargo descreve o cenário surreal...
A avareza covarde de quem somos nos entitula mais ou menos q alguém? A saudade bate e entontece... acorda, acorda o dia vai clareando e a saudade de mim, de tudo de mais ainda e vai além.... tudo isso aumentando.... crescendo, enrraivescendo ou amaindando... a estafa me persegue como se eu tivesse cem anos e fosse uma velha caquética desprovida de movimentos... nossos corpos desgovernados vão se trombando por aí... sem direção, SEM RUMO....... naum é um pedido de socorro... é a ilusão dos dias felizes dando tchauzinho e fugindo pela janela.... como um roubador desvairado. Eu quero o mundo ao alcance das mãos e as viagens torpes bem distantes.... dessa razão desconexa das minhas manhãs nubladas.

terça-feira, março 23, 2004

O coração margeia o sonho, toda vontade descabida recorre ao coração, domínio da mente contesta, tenta impor a razão, emoção prevalece, sensação de sentimento sucumbido. Um sarcófago? Uma tumba? Um túmulo?
Nada acaba a menos q o fim se faça presente jah no início, uma ausência de nexo toma por completo minha conexão concordante... Am? O quê? O mundo q me diga o q viver, jah q naum o entendo nunca viverei com e para ele, quem sabe ele me retorne o entendimento...
Doces delírios, lírios sombrios, calafrios, arrepios, ios demais!!!
doces, que sejam doces minhas lembranças pra q a vida tenha mais gosto...
Saudades, voltei!!!
Estou em mim voando à ti, num mundo meu e seu como se ninguém mais houvesse. Desejo sandio.
Um dia talvez valia a pena contar, as histórias q naum vivi, hj quero apenas viver todas as histórias q puder e dar-te meu coração, para q faça dele melhor uso q tenho feito, me dê em troca um novinho, cheio de novidades e emoções q as tristezas é melhor deixar pra trás. Ou não, que seja, q as coisas aconteçam na ordem correta ou naum eu só sinto q seja assim, tão longinquo, tão agora, tão dolorido, tão vivo!!!