nnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnnn...
nada, nada, nada mesmo que faça sentido!!!
quinta-feira, agosto 03, 2006
segunda-feira, abril 10, 2006
Não sabemos aonde vamos, nossos pés sozinhos flutuam em uma direção qualquer, tudo é um erro e concomitantemente tudo é acerto. É um paralelo tênue traçado e deturpado por idéias banalizadas do que tem ou não razão de ser.
Nossos sentimentos flagelados, afoitos rumam numa busca desenfreada e se perdem em braços alheios. Simultânea ao prazer vem a discórdia e muitos desafetos. A razão sempre se esconde vergonhosamente quando não encontramos direção e nossos corpos solícitos devaneiam.
Acordo entre as flores quando durmo em meio as trevas, outra vez a invejável tolerância se distancia e outrora quando durmia entre trevas e tremores convenientemente acordava entre flores.
Os prazeres deste mundo são vãos e em verdade, voluptuosidade, uma satisfatória e momentânea voluptuosidade.
Voam pensamentos. Voem, não cabe mais expressá-los aqui. Toda carne exala medo, toda caçada transpira e toda caça aquieta. A inatividade de algumas operações "X"sexuais, sensuais e outros ais quaisquer.
O tempo e o desejo corrompem o medo e rompem suas barreiras. Cai a vergonha e a força, fica somente o deleite. E o momento que finda.
Nossos sentimentos flagelados, afoitos rumam numa busca desenfreada e se perdem em braços alheios. Simultânea ao prazer vem a discórdia e muitos desafetos. A razão sempre se esconde vergonhosamente quando não encontramos direção e nossos corpos solícitos devaneiam.
Acordo entre as flores quando durmo em meio as trevas, outra vez a invejável tolerância se distancia e outrora quando durmia entre trevas e tremores convenientemente acordava entre flores.
Os prazeres deste mundo são vãos e em verdade, voluptuosidade, uma satisfatória e momentânea voluptuosidade.
Voam pensamentos. Voem, não cabe mais expressá-los aqui. Toda carne exala medo, toda caçada transpira e toda caça aquieta. A inatividade de algumas operações "X"sexuais, sensuais e outros ais quaisquer.
O tempo e o desejo corrompem o medo e rompem suas barreiras. Cai a vergonha e a força, fica somente o deleite. E o momento que finda.
quarta-feira, novembro 30, 2005
Insensatez (letra de música)
Vinicius de Moraes / Tom Jobim
Ah, insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado
Ah, por que você foi tão fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração, quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai, meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração, pede perdão
Perdão apaixonadoVai, porque quem não pede perdão
Não e nunca perdoado
Vinicius de Moraes / Tom Jobim
Ah, insensatez que você fez
Coração mais sem cuidado
Fez chorar de dor o seu amor
Um amor tão delicado
Ah, por que você foi tão fraco assim
Assim tão desalmado
Ah, meu coração, quem nunca amou
Não merece ser amado
Vai, meu coração, ouve a razão
Usa só sinceridade
Quem semeia vento, diz a razão
Colhe sempre tempestade
Vai, meu coração, pede perdão
Perdão apaixonadoVai, porque quem não pede perdão
Não e nunca perdoado
Soneto da Separação
Vinicius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto
Silêncioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto
Silêncioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Raiva de tudo, do mundo todo e de certas pessoas que ficam desconfiando sem dar em troca um sentimento oferecido.
Devolva-me minhas vestes. Elas estão caídas pelo chão, percorro nua pelas margens da solidão. Ouço vozes que me enlouquecem e torturas que meu corpo não esquece.
Acho que o fim antes do início seria utópico demais, mas o fim de nada é ainda pior...
Estou cansada dessas desconfianças doloridas, dessas dores tão sentidas e dessas mágoas mantidas... sempre.
Não acabam, não escoam... Não findam... só tardam e atrasam minha vida e meu entendimento...
Que sentimentos imbecis esses que me tomam. Quero alcançar ao menos uma vez a sensatez... Como agir? Como agir? Como?
Não sei mais nada, não quero mais nada. Chega de tudooooooooooooooooo!!!
Droga de vida.
Pronto essa felicidade falha já escoou de novo.
Devolva-me minhas vestes. Elas estão caídas pelo chão, percorro nua pelas margens da solidão. Ouço vozes que me enlouquecem e torturas que meu corpo não esquece.
Acho que o fim antes do início seria utópico demais, mas o fim de nada é ainda pior...
Estou cansada dessas desconfianças doloridas, dessas dores tão sentidas e dessas mágoas mantidas... sempre.
Não acabam, não escoam... Não findam... só tardam e atrasam minha vida e meu entendimento...
Que sentimentos imbecis esses que me tomam. Quero alcançar ao menos uma vez a sensatez... Como agir? Como agir? Como?
Não sei mais nada, não quero mais nada. Chega de tudooooooooooooooooo!!!
Droga de vida.
Pronto essa felicidade falha já escoou de novo.
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