Nada além de flores para os poetas dessas outras gerações,
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Sempre a razão consome mais um pouco desse nosso tempo.
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
quinta-feira, agosto 03, 2006
Por que a razão não faz sentido?
Enquanto escrevo suplico
que se finde esse suplício
Desajeitada tento imendar a razão
sem sucesso
continuo a projetar o indevido
e proclamar a inexatidão
Questiono em mim cada sussurrar
e em cada suspirar me indago.
Razão indesejada que não se afasta
e que em verdade não quero que se afaste
escrevo meus segredos,
descrevendo minhas aflições,
repelindo meus desejos,
resgatando lembranças.
Troco sonhos por beijos
como quem troca figurinhas
coleciono incertezas
e colo todas no álbum do desconhecido,
do inesperado e impróprio, inquestionável
busco tudo e nada alcanço
e no insucesso da incapacidade de extrair
retenho com muita força
e desprovida de medo e desmedida me dôo.
Não alcanço o infinito e não o busco,
talvez queira somente o impossível ou improvável.
Cabe a ti dizer o destino de tão vãs palavras.
Enquanto escrevo suplico
que se finde esse suplício
Desajeitada tento imendar a razão
sem sucesso
continuo a projetar o indevido
e proclamar a inexatidão
Questiono em mim cada sussurrar
e em cada suspirar me indago.
Razão indesejada que não se afasta
e que em verdade não quero que se afaste
escrevo meus segredos,
descrevendo minhas aflições,
repelindo meus desejos,
resgatando lembranças.
Troco sonhos por beijos
como quem troca figurinhas
coleciono incertezas
e colo todas no álbum do desconhecido,
do inesperado e impróprio, inquestionável
busco tudo e nada alcanço
e no insucesso da incapacidade de extrair
retenho com muita força
e desprovida de medo e desmedida me dôo.
Não alcanço o infinito e não o busco,
talvez queira somente o impossível ou improvável.
Cabe a ti dizer o destino de tão vãs palavras.
segunda-feira, abril 10, 2006
Não sabemos aonde vamos, nossos pés sozinhos flutuam em uma direção qualquer, tudo é um erro e concomitantemente tudo é acerto. É um paralelo tênue traçado e deturpado por idéias banalizadas do que tem ou não razão de ser.
Nossos sentimentos flagelados, afoitos rumam numa busca desenfreada e se perdem em braços alheios. Simultânea ao prazer vem a discórdia e muitos desafetos. A razão sempre se esconde vergonhosamente quando não encontramos direção e nossos corpos solícitos devaneiam.
Acordo entre as flores quando durmo em meio as trevas, outra vez a invejável tolerância se distancia e outrora quando durmia entre trevas e tremores convenientemente acordava entre flores.
Os prazeres deste mundo são vãos e em verdade, voluptuosidade, uma satisfatória e momentânea voluptuosidade.
Voam pensamentos. Voem, não cabe mais expressá-los aqui. Toda carne exala medo, toda caçada transpira e toda caça aquieta. A inatividade de algumas operações "X"sexuais, sensuais e outros ais quaisquer.
O tempo e o desejo corrompem o medo e rompem suas barreiras. Cai a vergonha e a força, fica somente o deleite. E o momento que finda.
Nossos sentimentos flagelados, afoitos rumam numa busca desenfreada e se perdem em braços alheios. Simultânea ao prazer vem a discórdia e muitos desafetos. A razão sempre se esconde vergonhosamente quando não encontramos direção e nossos corpos solícitos devaneiam.
Acordo entre as flores quando durmo em meio as trevas, outra vez a invejável tolerância se distancia e outrora quando durmia entre trevas e tremores convenientemente acordava entre flores.
Os prazeres deste mundo são vãos e em verdade, voluptuosidade, uma satisfatória e momentânea voluptuosidade.
Voam pensamentos. Voem, não cabe mais expressá-los aqui. Toda carne exala medo, toda caçada transpira e toda caça aquieta. A inatividade de algumas operações "X"sexuais, sensuais e outros ais quaisquer.
O tempo e o desejo corrompem o medo e rompem suas barreiras. Cai a vergonha e a força, fica somente o deleite. E o momento que finda.
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