Mais uma lágrima escorre, não pára de cair...
a dor me habita, não quer partir do meu peito.
Como posso entender esse desastre vital?
Essa dor irritante q não sai de mim...
Por que, essa coisa intrigante me furta?
Por que, essa maldição não se esvai?
Pra que termos coração se não podemos guardá-lo do mal???
O meu está quebrado e sem conserto
e minha solução está guardada.
Sabe-se lá por onde minhas chaves se encontram...
As cores ganham tons de cinza e a dor ganha mais força.
Vou perdendo o brilho e a graça...
Acho que graça, há muito em mim já não há.
Sou como um livro velho,
uns vem consultar, outros rasgar as páginas,
mas nunca pra comprar e pagar o preço do tempo.
Sou eu um adeus de tudo que se vai com o tempo,
palavras jogadas ao vento!
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Muito sono e pouca vontade de ir dormir...
Tudo muitos dias parece sufocar,
todas as horas insistem em não passar,
virão outros dias onde o tempo parece voar,
quando gostaríamos que parasse.
Não há muita explicação lógica para a vida,
nem para os seus mistérios,
há a capacidade de aceitarmos e a fé.
A escolha é individual,
por isso mesmo dispomos do livre arbítrio,
somos seres distintos e diversificados,
somos muito além das aparências delirantes
de uma carcaça corpórea.
Talvez seja fúnebre pensar,
talvez seja só realismo demais...
e o ar funesto exista somente para disfarçar,
para manter incólume a imprecisão que há em tudo,
mesmo com toda a perfeição que fomos criados.
Os indivíduos são confusos em demasia
e a alvura se esconde na escuridão,
toda a claridade se perde,
talvez a única saída para nos encontrarmos um pouco... em NÓS!
todas as horas insistem em não passar,
virão outros dias onde o tempo parece voar,
quando gostaríamos que parasse.
Não há muita explicação lógica para a vida,
nem para os seus mistérios,
há a capacidade de aceitarmos e a fé.
A escolha é individual,
por isso mesmo dispomos do livre arbítrio,
somos seres distintos e diversificados,
somos muito além das aparências delirantes
de uma carcaça corpórea.
Talvez seja fúnebre pensar,
talvez seja só realismo demais...
e o ar funesto exista somente para disfarçar,
para manter incólume a imprecisão que há em tudo,
mesmo com toda a perfeição que fomos criados.
Os indivíduos são confusos em demasia
e a alvura se esconde na escuridão,
toda a claridade se perde,
talvez a única saída para nos encontrarmos um pouco... em NÓS!
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Para os que chegam olá!!!
Cuidado ao procurar, não posso responder a tudo,
minha mente percorre muitos vales,
mas no dia-a-dia corriqueiro sei bem lidar com a realidade,
por mais difícil que essa possa ser.
Sei chorar, sei sorrir, sei ter jogo de cintura, sei lidar e brigar,
mas também sei a hora de calar, de aceitar e respeitar.
Sei coisas que muitos mais sabem e outros tantos estão por aprender,
mas ainda me resta tanto por saber...
Espero mais um dia e nele tudo parece estranhamente novo.
Sim, sim, é como quero que seja e para mim é como deve ser!!!
minha mente percorre muitos vales,
mas no dia-a-dia corriqueiro sei bem lidar com a realidade,
por mais difícil que essa possa ser.
Sei chorar, sei sorrir, sei ter jogo de cintura, sei lidar e brigar,
mas também sei a hora de calar, de aceitar e respeitar.
Sei coisas que muitos mais sabem e outros tantos estão por aprender,
mas ainda me resta tanto por saber...
Espero mais um dia e nele tudo parece estranhamente novo.
Sim, sim, é como quero que seja e para mim é como deve ser!!!
Nada além de flores para os poetas dessas outras gerações,
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
Sempre a razão consome mais um pouco desse nosso tempo.
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
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