Sopro ressoa, oco recorrente,
repetição do agouro,
estouro, turbilhão.
Alfinetes furam sem sangrar,
pois já não permitem que o buraco permaneça...
no entanto, quando a ponta é retirada
e o escárnio consumado,
jorra vida. Pois a morte não habita.
Semente derrubada sobre o solo,
cresce sem opção, a menos que dele seja arrancada.
Tira o alfinete e arranca a semente ruim.
Espeta novamente pra ver o que sai de bom...
Banquete, âmago, amargo,
absinto, humor extinto, inexorável,
imensurável fluidez. Inegualável fruição,
o talvez já não basta, o será,
já não existe. O nada é o mais plausível.
Agora, o tempo pára.
sexta-feira, agosto 21, 2009
terça-feira, agosto 18, 2009
Um distúrbio
A compulsão reflete a escala de insuficiência neural.
Os ossos retribuem como insignia ao peso dado em prêmio,
tão vãos são os reflexos quanto a obsessão.
Tão insoluto é o compulsivo quanto o azeite em água,
é a resultante dessa inequação.
Não se pode proteger ao que não possui,
não se pode esconder em segurança.
Nada há que faça o anátema que não seja néscio.
Fixação, corrente, torrente impetuosa.
Sóbrio resgate do insensato, são e aprazível vigiado.
Sangue, vertente incomum,
sangue, rubro flutuante
Fuga sensata do inexorável.
Palavras... não resolvem nada.
Os ossos retribuem como insignia ao peso dado em prêmio,
tão vãos são os reflexos quanto a obsessão.
Tão insoluto é o compulsivo quanto o azeite em água,
é a resultante dessa inequação.
Não se pode proteger ao que não possui,
não se pode esconder em segurança.
Nada há que faça o anátema que não seja néscio.
Fixação, corrente, torrente impetuosa.
Sóbrio resgate do insensato, são e aprazível vigiado.
Sangue, vertente incomum,
sangue, rubro flutuante
Fuga sensata do inexorável.
Palavras... não resolvem nada.
sexta-feira, agosto 07, 2009
Vida Besta!!!
Quando chegamos ao limite da tolerância?
Quando sabemos a hora do fim?
Como pressupor tudo o que incomoda?
O caos traz a essência do início,
o vislumbre da intenção,
anda por onde a ordem desanda!
Chega de resquícios para mim!
Chega de porques mal resolvidos,
a hora finda mais uma vez e eu torno a repensar.
Medooooooooo!!!!
Tenho medo de errar;
medo de regredir,
ou progredir demais sob certos aspectos.
Tenho um instinto falho e um tanto néscio,
umas vontades torpes, e me nego.
Me nego a adiantar as faltas,
me nego em prolongar as aflições,
me nego ao buscar as negações;
mas me nego por fim a ser a mesma de ontem!
O dia nasceu. E sorriu! Palmas ele nasce outra vez!!!
Ainda que estejamos enclausurados em nosso complexo interior,
ainda que possamos não refletir nossos anseios,
ainda que nos reprogramemos em todos os momentos,
o cálculo sempre sai errado no que tange ao entendimento.
Não há equação matemática que resolva a vida!
E aí digo: Eta vida bestaaaaaaaa meu Deus!!!
Quando sabemos a hora do fim?
Como pressupor tudo o que incomoda?
O caos traz a essência do início,
o vislumbre da intenção,
anda por onde a ordem desanda!
Chega de resquícios para mim!
Chega de porques mal resolvidos,
a hora finda mais uma vez e eu torno a repensar.
Medooooooooo!!!!
Tenho medo de errar;
medo de regredir,
ou progredir demais sob certos aspectos.
Tenho um instinto falho e um tanto néscio,
umas vontades torpes, e me nego.
Me nego a adiantar as faltas,
me nego em prolongar as aflições,
me nego ao buscar as negações;
mas me nego por fim a ser a mesma de ontem!
O dia nasceu. E sorriu! Palmas ele nasce outra vez!!!
Ainda que estejamos enclausurados em nosso complexo interior,
ainda que possamos não refletir nossos anseios,
ainda que nos reprogramemos em todos os momentos,
o cálculo sempre sai errado no que tange ao entendimento.
Não há equação matemática que resolva a vida!
E aí digo: Eta vida bestaaaaaaaa meu Deus!!!
segunda-feira, junho 08, 2009
Onde estão os sonhos?
Sou uma menina boba e cheia de sonhos.
Mas espere! Já não sou tão menina, e nem tão boba...
Então porque os sonhos continuam alí?
Guardadinhos nos cantos e nos propósitos egoístas que insisti em manter?
Minhas vontades não são minhas e o que qro não tenho,
aonde ficam os sonhos nessa razão louca então?
Voando como o título do blog? Perdidos numa atônita compreensão vazia?
Nem sei o que querer, nem o que sonhar,
pq já não quero depender em nada de mim...
Mas não quer dizer que não possa fazer nada,
afinal, agir é algo vital, mas o que fazer, e segundo os meus moldes
Ah... isso não quero querer...
Mas espere! Já não sou tão menina, e nem tão boba...
Então porque os sonhos continuam alí?
Guardadinhos nos cantos e nos propósitos egoístas que insisti em manter?
Minhas vontades não são minhas e o que qro não tenho,
aonde ficam os sonhos nessa razão louca então?
Voando como o título do blog? Perdidos numa atônita compreensão vazia?
Nem sei o que querer, nem o que sonhar,
pq já não quero depender em nada de mim...
Mas não quer dizer que não possa fazer nada,
afinal, agir é algo vital, mas o que fazer, e segundo os meus moldes
Ah... isso não quero querer...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Que vontade de Gritar!!!
Não sei o que se passa! Uma vontade de gritar me vem a tona.
Me toma, me torna irratada e irritante!
Sei que é naturalmente uma característica feminina, mas tem que ser tão assim, assim?
Mulheres são carentes, estressadas, falam demais, se incomodam com tudo, precisam infindavelmente de atenção e esquecem que nem sempre as pessoas sabem disso.
Tento ser um pouco menos menina nesse sentido,
mas as vezes me parece tão impossível.
Tento não querer chorar qndo as pessoas choram,
mas até nos filmes me derreto.
Tento não observar como me tratam,
mas as diferenças são tão evidentes que meu estômago borbulha.
Tento não ter vontade de gritar e fazer umas loucuras,
mas por vezes o impossível me bate à porta.
Qria então tentar outros impossíveis transformar em palpáveis.
Qria transbordar em sorrisos e esquecer a vagareza
com que o tempo tende a agir.
Tempo mundo, mundo tempo...
Qro transformar meu entendimento em paciência.
Em verdade, em vontade de ser quem não sou.
Não sei ser sempre certa,
não sei brincar de marionete,
quero burlar as regras do jogo e não posso mais jogar.
As cartas marcadas foram jogadas fora e tenho medo de arriscar.
Sou fraca, mas agora estou forte.
Pq dependo não mais de mim...
Me dá umas inconsistências, mas controlo e me refreio a todo instante.
Tenho vontade de gritar. Tenho vontade de dar uns socos por aí.
De sair pra rua pra dizer que já não sei ser igual, mas que
não sei o quanto por mim sou melhor...
Ainda bem!
Ufa! Desabafo pra ser nenhum,
num diário escondido entre páginas públicas que ninguém lê!
Deus, é Pai de todo o tempo! Então me ensina a não buscar meu tempo, meu centro, minhas vontades, me ensina a não querer minhas coisas ou meus projetos,
me ajuda a estabelecer metas e correr atrás daquilo que for Teu.
Não sei mais ser, nem quero! Graças a Deus!
Me toma, me torna irratada e irritante!
Sei que é naturalmente uma característica feminina, mas tem que ser tão assim, assim?
Mulheres são carentes, estressadas, falam demais, se incomodam com tudo, precisam infindavelmente de atenção e esquecem que nem sempre as pessoas sabem disso.
Tento ser um pouco menos menina nesse sentido,
mas as vezes me parece tão impossível.
Tento não querer chorar qndo as pessoas choram,
mas até nos filmes me derreto.
Tento não observar como me tratam,
mas as diferenças são tão evidentes que meu estômago borbulha.
Tento não ter vontade de gritar e fazer umas loucuras,
mas por vezes o impossível me bate à porta.
Qria então tentar outros impossíveis transformar em palpáveis.
Qria transbordar em sorrisos e esquecer a vagareza
com que o tempo tende a agir.
Tempo mundo, mundo tempo...
Qro transformar meu entendimento em paciência.
Em verdade, em vontade de ser quem não sou.
Não sei ser sempre certa,
não sei brincar de marionete,
quero burlar as regras do jogo e não posso mais jogar.
As cartas marcadas foram jogadas fora e tenho medo de arriscar.
Sou fraca, mas agora estou forte.
Pq dependo não mais de mim...
Me dá umas inconsistências, mas controlo e me refreio a todo instante.
Tenho vontade de gritar. Tenho vontade de dar uns socos por aí.
De sair pra rua pra dizer que já não sei ser igual, mas que
não sei o quanto por mim sou melhor...
Ainda bem!
Ufa! Desabafo pra ser nenhum,
num diário escondido entre páginas públicas que ninguém lê!
Deus, é Pai de todo o tempo! Então me ensina a não buscar meu tempo, meu centro, minhas vontades, me ensina a não querer minhas coisas ou meus projetos,
me ajuda a estabelecer metas e correr atrás daquilo que for Teu.
Não sei mais ser, nem quero! Graças a Deus!
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