Os sentimentos podem ser definidos pela amabilidade provocada?
Por coisas em comum?
Certo é que definitivamente não se tratam de afinidades.
Raras são as pessoas que não me cansam,
a essas quem cansa sou eu.
Minhas atividades neurais suportam falhas;
mas esperar uma ligação vazia não é aptidão,
informação desnecessária quando se espera que atenda.
Desilusões são para iludidos, assim como influências para influenciáveis,
não espero o que não faz sentido.
A demanda do racionalismo extremo é fato que estranhas sensações provocam.
Uma perda tardia, uma vontade retraída, uma lembrança remota...
Meu emocional age incodicionalmente, imperando a vontade de ser outro ser.
Pena não detém meu raciocínio,
me irrita essa pseudo-inquietação, essa preocupação tola.
Abstração da realidade. Uma figuração afável e uma satisfação amena.
Quero amainar meus conceitos,
mas esses padrões interpelam minhas noções de realidade.
Nada há que palavras já não digam, nem tão grande, nem tão inescrupuloso.
Tenho saudade do que a mente contorna e refaz,
mas tenho mais saudade de entender a mim sem me preocupar com o que há com quem me traz...
Sentimentos dançam sobre os ombros e os olhamos ora encantados, ora perturbados,
sensações bailando como balas explodindo no céu da boca, num colorido e luzes, utópicos demais para qualquer conexão que eu pudesse preencher...
Não sei o que vem depois, só espero o agora por mais um dia.
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
quarta-feira, janeiro 27, 2010
Verdade repartida, confidenciada...
Concupscências da carne, massacram o espírito,
rompem qualquer linha da memória.
O trabalho enobrece e o bom senso reina,
mas quando os corpos languidos desfalecem,
que razão usurpadora faz achar que há sentido em prosseguir?
Meus olhos vêem como os outros, mas meu coração vai além
e minha mente divaga projetando, simulando situações
que me afastem do real, da dor real,
das lágrimas e dos gritos que não dou...
Porque meus olhos não cessam em marear
quando já não é possível continuar?
Porque mentir pra si próprio, se não acredita no que prega?
Metas estabelecidas não foram cumpridas?
E daí? Não podemos cair em contradição...
o barco é levado pelas ondas até aonde?
Quando dois sexos não podem conjugar,
quando a amizade oposta não pode existir,
como explicar quando ela surge sem razão?
Flor fincada, repleta de espinhos,
perfurando a pele e despedaçando o simulacro...
A casca que dissolve-se ao prostar-se.
O Oco torna-se tranparência e a cada instante
pensamentos parecem realidade.
Mas parece tão mais fácil acreditar nas maldades
que a mente prega ao invés de deixar o coração levar mais uma vez...
Sombria sensação, o racional escurece e
o sentido desaparece com o tempo.
E porque maledicente sentimento não desaparece???
Sentido que aguça o cruel e o broquel não protege.
Condizente com a maldade não há melhor forma para agir.
Assopro, suspiro, respiro fundo, mas nada adianta,
e nada tem razão de ser...
Olhos mareados,
apertos infindáveis e 1 rubrosidade irritante q não se vai.
Chateação nefasta! Infeliz agonia!
Acho q é uma burrice patológica constante. Conflitante!
Eu aguento não sei mais quanto,
minhas verdades já não têm convicção.
Só uma Verdade me resta, só um Livro me alivia,
mas duas partes repartem minha verdade pessoal.
Eu quero crer nessas passagens:
ICO 13:4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
IJO 4:18 No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.
E fica a dúvida de quanto o verdadeiro amor existe entre os homens?
Confidências e confissões, verdades e dores...
humanos são naturalmente maus,
mas o amor supera qualquer obstáculo.
Eu quero essa verdade repartida,
apartada das dores mortais,
convalescença eterna, não deixa cicatrizar,
mas já são tantas cicatrizes que faz parecer
que essa dor não vai findar e esse machucado
vai prevalecer em ferida aberta, exposta sempre!
O cansaço me toma e já não o posso sobrepor...
sou só uma peça de um quebra-cabeças muito maior,
mas não sou chave da solução de nada e cada vez mais
me forço a parecer importante, mas me vejo cada vez menos,
como peça chave.
rompem qualquer linha da memória.
O trabalho enobrece e o bom senso reina,
mas quando os corpos languidos desfalecem,
que razão usurpadora faz achar que há sentido em prosseguir?
Meus olhos vêem como os outros, mas meu coração vai além
e minha mente divaga projetando, simulando situações
que me afastem do real, da dor real,
das lágrimas e dos gritos que não dou...
Porque meus olhos não cessam em marear
quando já não é possível continuar?
Porque mentir pra si próprio, se não acredita no que prega?
Metas estabelecidas não foram cumpridas?
E daí? Não podemos cair em contradição...
o barco é levado pelas ondas até aonde?
Quando dois sexos não podem conjugar,
quando a amizade oposta não pode existir,
como explicar quando ela surge sem razão?
Flor fincada, repleta de espinhos,
perfurando a pele e despedaçando o simulacro...
A casca que dissolve-se ao prostar-se.
O Oco torna-se tranparência e a cada instante
pensamentos parecem realidade.
Mas parece tão mais fácil acreditar nas maldades
que a mente prega ao invés de deixar o coração levar mais uma vez...
Sombria sensação, o racional escurece e
o sentido desaparece com o tempo.
E porque maledicente sentimento não desaparece???
Sentido que aguça o cruel e o broquel não protege.
Condizente com a maldade não há melhor forma para agir.
Assopro, suspiro, respiro fundo, mas nada adianta,
e nada tem razão de ser...
Olhos mareados,
apertos infindáveis e 1 rubrosidade irritante q não se vai.
Chateação nefasta! Infeliz agonia!
Acho q é uma burrice patológica constante. Conflitante!
Eu aguento não sei mais quanto,
minhas verdades já não têm convicção.
Só uma Verdade me resta, só um Livro me alivia,
mas duas partes repartem minha verdade pessoal.
Eu quero crer nessas passagens:
ICO 13:4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
IJO 4:18 No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.
E fica a dúvida de quanto o verdadeiro amor existe entre os homens?
Confidências e confissões, verdades e dores...
humanos são naturalmente maus,
mas o amor supera qualquer obstáculo.
Eu quero essa verdade repartida,
apartada das dores mortais,
convalescença eterna, não deixa cicatrizar,
mas já são tantas cicatrizes que faz parecer
que essa dor não vai findar e esse machucado
vai prevalecer em ferida aberta, exposta sempre!
O cansaço me toma e já não o posso sobrepor...
sou só uma peça de um quebra-cabeças muito maior,
mas não sou chave da solução de nada e cada vez mais
me forço a parecer importante, mas me vejo cada vez menos,
como peça chave.
sexta-feira, setembro 25, 2009
Mentiras que o mundo conta...
Que o mundo acabe!
Que o barranco desabe,
que todas as desavenças se dêem,
que todo ódio culmine em guerra,
que toda a fé termine em sangue,
que todo receio se torne mágoa!
Quero que toda a devassidão se instale,
que toda perversidade se anule em questionar,
que todo labirinto deixe o errado resultar.
As opções, as escolhas, os planos; deixa o inimigo tramar.
Sente o frio na espinha, o gelo na barriga, mas insiste em refutar.
Sandio, saindo intacto, profícuo do que não há...
verbos calando fatos, verdades que não se vêem.
Quero que a lascívia habite,
quero ouvir o mentiroso recitar.
Marcas ditas, ditadas, repetidas.
Quem pode reclamar?
Quando seguimos essa cartilha,
nem podemos mudar os ditados,
nem enxergar os erros,
a menos que queiramos mudar.
Mentiras então não serão atos impensados.
Serão consciências funéreas de um indivíduo que não quer mais ser.
Verdades desconhecidas, nas bocas dos tolos,
calam aos que suscitam em desespero.
Rodeia-nos com uma brutalidade abrupta e tenta nos corromper.
Tenho tédio, tenho raiva, mas já não tenho mais medo.
Não, não sou um super herói (ou heroína),
Não me alucina as verdades que destroem.
Por isso não tenho mais medo.
O mundo conta mentiras, mas vou contar um segredo:
o mundo que mente não é o mundo ao qual pertenço.
E, desse mundinho infame quero repulsa e distância,
embora mergulhe a fundo por vezes
pra tentar drenar a água em pontos específicos.
Pra tentar puxar aqueles que não querem as travas.
Pr'aqueles que querem enxergar que essas "verdades" não valem.
Pra esses tenho outro porvir, outro sustento.
Não eu, pois não aguento, mas o lamento dos que clamam
súplicas inexoráveis, sem perdão.
E, buscam viéses de uma conexão exata.
À esses indico a razão rara da incompreensão: Fé!
E essa verdade vale. O resto são só...
... mentiras que o mundo conta!
Que o barranco desabe,
que todas as desavenças se dêem,
que todo ódio culmine em guerra,
que toda a fé termine em sangue,
que todo receio se torne mágoa!
Quero que toda a devassidão se instale,
que toda perversidade se anule em questionar,
que todo labirinto deixe o errado resultar.
As opções, as escolhas, os planos; deixa o inimigo tramar.
Sente o frio na espinha, o gelo na barriga, mas insiste em refutar.
Sandio, saindo intacto, profícuo do que não há...
verbos calando fatos, verdades que não se vêem.
Quero que a lascívia habite,
quero ouvir o mentiroso recitar.
Marcas ditas, ditadas, repetidas.
Quem pode reclamar?
Quando seguimos essa cartilha,
nem podemos mudar os ditados,
nem enxergar os erros,
a menos que queiramos mudar.
Mentiras então não serão atos impensados.
Serão consciências funéreas de um indivíduo que não quer mais ser.
Verdades desconhecidas, nas bocas dos tolos,
calam aos que suscitam em desespero.
Rodeia-nos com uma brutalidade abrupta e tenta nos corromper.
Tenho tédio, tenho raiva, mas já não tenho mais medo.
Não, não sou um super herói (ou heroína),
Não me alucina as verdades que destroem.
Por isso não tenho mais medo.
O mundo conta mentiras, mas vou contar um segredo:
o mundo que mente não é o mundo ao qual pertenço.
E, desse mundinho infame quero repulsa e distância,
embora mergulhe a fundo por vezes
pra tentar drenar a água em pontos específicos.
Pra tentar puxar aqueles que não querem as travas.
Pr'aqueles que querem enxergar que essas "verdades" não valem.
Pra esses tenho outro porvir, outro sustento.
Não eu, pois não aguento, mas o lamento dos que clamam
súplicas inexoráveis, sem perdão.
E, buscam viéses de uma conexão exata.
À esses indico a razão rara da incompreensão: Fé!
E essa verdade vale. O resto são só...
... mentiras que o mundo conta!
quinta-feira, setembro 24, 2009
Depois da tempestade a calmaria
A vontade de rir,
o medo de ir, o receio de olhar,
as surpresas e os hábitos.
As novidades e coisas comuns.
Me sinto boba hoje!
Mas livre como há tempos não sentia...
Numa impetuosidade de loucura saudável.
Um furor me torna a face rubra e
a leveza de saber que entendi o tempo...
Esse velho louco que vive pregando peças.
E é tão simples entendê-lo!
Como o cisco não deixava ver a trave.
Caiu a trave e saiu o cisco.
Ficou o anseio pelo porvir e o receio de não buscar certo!
Sou, estou, busco.
A mais pura razão de existir.
E sorrio como não lembrava sorrir,
durante longo período...
Males por vezes fazem bem, eu espero.
Porque sei que de onde vem só pode ser o melhor...
e me tranquilizo.
Não busco mais certas coisas,
encontrei nas raízes fincadas a terra
toda nutrição que preciso e a dor já não me consome.
Resta um rosto amainado e paz. Obrigado!
o medo de ir, o receio de olhar,
as surpresas e os hábitos.
As novidades e coisas comuns.
Me sinto boba hoje!
Mas livre como há tempos não sentia...
Numa impetuosidade de loucura saudável.
Um furor me torna a face rubra e
a leveza de saber que entendi o tempo...
Esse velho louco que vive pregando peças.
E é tão simples entendê-lo!
Como o cisco não deixava ver a trave.
Caiu a trave e saiu o cisco.
Ficou o anseio pelo porvir e o receio de não buscar certo!
Sou, estou, busco.
A mais pura razão de existir.
E sorrio como não lembrava sorrir,
durante longo período...
Males por vezes fazem bem, eu espero.
Porque sei que de onde vem só pode ser o melhor...
e me tranquilizo.
Não busco mais certas coisas,
encontrei nas raízes fincadas a terra
toda nutrição que preciso e a dor já não me consome.
Resta um rosto amainado e paz. Obrigado!
quarta-feira, setembro 23, 2009
O que ficou pra trás... PASSOU!
Embargada eh como permaneço.
Esqueço do instinto, extinto,
esqueço.
Tudo travado, luta sorrateiramente, perdida.
Desisti de sonhar,
meus sonhos ficaram encavalados no passado
com as besteiras que escavei.
Cavuquei os entornos, que jornada impensada!
Novos sonhos virão, mas aprendi a deixar o passado aonde está.
Ainda mais, quando ele machuca tanto...
quando se tenta voltar.
Não quero mais lembrar do que passou.
Sinto raiva do néscio que se tornou. Opróbrio de si próprio.
Que triste! Que triste!
Desmistificado o sonho tornou-se mágoa!
Marca sem volta! Ignóbil! Imbecil!
Falta a realidade fria pra saber o que é mau?
Ou sobra ignorância?
Avesso de sentimento, avesso de sentimento!
Natureza surda e insensatez torpe!
Marcas não mudam, mas Aquele pode!
Pode apagar, pode fazer melhorar o que era bom e tornou-se mau.
Passou-me uma brisa e me fez entender que
mais que olhar pra trás, olhar adiante é o que move
os caminhos para a direção certa...
Esqueço do instinto, extinto,
esqueço.
Tudo travado, luta sorrateiramente, perdida.
Desisti de sonhar,
meus sonhos ficaram encavalados no passado
com as besteiras que escavei.
Cavuquei os entornos, que jornada impensada!
Novos sonhos virão, mas aprendi a deixar o passado aonde está.
Ainda mais, quando ele machuca tanto...
quando se tenta voltar.
Não quero mais lembrar do que passou.
Sinto raiva do néscio que se tornou. Opróbrio de si próprio.
Que triste! Que triste!
Desmistificado o sonho tornou-se mágoa!
Marca sem volta! Ignóbil! Imbecil!
Falta a realidade fria pra saber o que é mau?
Ou sobra ignorância?
Avesso de sentimento, avesso de sentimento!
Natureza surda e insensatez torpe!
Marcas não mudam, mas Aquele pode!
Pode apagar, pode fazer melhorar o que era bom e tornou-se mau.
Passou-me uma brisa e me fez entender que
mais que olhar pra trás, olhar adiante é o que move
os caminhos para a direção certa...
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