Não sabemos aonde vamos, nossos pés sozinhos flutuam em uma direção qualquer, tudo é um erro e concomitantemente tudo é acerto. É um paralelo tênue traçado e deturpado por idéias banalizadas do que tem ou não razão de ser.
Nossos sentimentos flagelados, afoitos rumam numa busca desenfreada e se perdem em braços alheios. Simultânea ao prazer vem a discórdia e muitos desafetos. A razão sempre se esconde vergonhosamente quando não encontramos direção e nossos corpos solícitos devaneiam.
Acordo entre as flores quando durmo em meio as trevas, outra vez a invejável tolerância se distancia e outrora quando durmia entre trevas e tremores convenientemente acordava entre flores.
Os prazeres deste mundo são vãos e em verdade, voluptuosidade, uma satisfatória e momentânea voluptuosidade.
Voam pensamentos. Voem, não cabe mais expressá-los aqui. Toda carne exala medo, toda caçada transpira e toda caça aquieta. A inatividade de algumas operações "X"sexuais, sensuais e outros ais quaisquer.
O tempo e o desejo corrompem o medo e rompem suas barreiras. Cai a vergonha e a força, fica somente o deleite. E o momento que finda.