Embargada, embargada,
minha voz e alegria!
Suspiro, suspiro!
Estupor de mais um dia!
Estou cansada...
definitivamente cansada...
de tentar, de estar,
de não conseguir mudar
o que incomoda tais sentidos
que o impedem de me olhar.
terça-feira, novembro 18, 2008
quarta-feira, outubro 15, 2008
sexta-feira, outubro 10, 2008
Opções e escolhas
Quiçá não encontremos na língua
as antonomásias que nos definam.
Até nas figuras de linguagem, os vícios,
Encontro nas palavras o berço do mundo.
Nas metáforas novo significado,
por todas as antíteses,
em todas as suas contradições.
Nas metonímias a suavidade de novas proposições,
seguida numa sinestesia de invasão e retomada,
onde nosso corpo transborda luz.
Todo erro e acerto,
culpa e arrependimento
a pseudo timidez
corando a maçã do rosto
inserindo a catacrese.
São tantas antíteses num único ser.
Tantas apóstrofes de súplicas,
tantas hipérboles de ser,
numa ambiguidade infinita,
deveras complexa e singular,
Repulsa sobre os eufemismos,
recobrindo os atos falhos.
Tantas são as figuras e tantas ainda faltam
a integrar esse contexto
que melhor seria não usá-las.
Os receios da mesmice,
sem convicções,
as incertezas, o futuro,
incerteza de tudo no mundo,
porque na realidade.
Queixas são como dejetos,
extraídos de nós frequentemente.
Olvidando-se da correção de si.
numa peculiaridade absurda.
Somos detalhadamente formados,
pensamento e produção contínuos.
Somos dor e desejo.
Híbridos por conjuntura,
em busca de redenção.
Doesto a carne...
Admoesto o corpo,
relutando sempre!
Em busca de sapiência e consciência!
Vulgaridades obsoletas,
trevas tragando a luz,
até quando a luz deixar,
Portar-se bem, configurar-se,
adaptabilidade em pauta.
Posicionamento em baixa.
Seres, humanos?
Indivíduos errantes,
por características individualistas.
Nós?
Uma extensão dessa natureza,
também defeituosos com foco
no que é perfeito.
Caixa composta de fragmentos,
lotada de simbolismos,
libertando-se de velhos hábitos e costumes.
Eternamente construídos,
moldados para edificação contínua,
nossa e alheia.
Constante compreensão.
Cada passo, novo circuito.
Erro, acerto, foco.
Erguido e fortalecido a cada queda.
Pronto para outra tentativa.
Tradução do que quer ser,
novas expectativas surgem,
urgindo, tempo contra.
Olhos vendados... vendas caem.
corpos algemados, agrilhoados,
gritantes, brasas flamejantes.
Liberta! Espera sem razão...
Cabe a nós! Acordar,
abrir os olhos, corrigir os erros,
o tempo é curto,
a eternidade finita para quem fica.
Opções, opções...
liberdade de convenções,
princípios distorcidos,
corpos sedentos, redimidos...
cabe a nós. Esperar?
Só uma das opções.
A certa?
Invariavelmente incorreta.
cabe a nós, decidir,
cabe a nós agir,
Quando?
Nos cabe dizer...
as antonomásias que nos definam.
Até nas figuras de linguagem, os vícios,
Encontro nas palavras o berço do mundo.
Nas metáforas novo significado,
por todas as antíteses,
em todas as suas contradições.
Nas metonímias a suavidade de novas proposições,
seguida numa sinestesia de invasão e retomada,
onde nosso corpo transborda luz.
Todo erro e acerto,
culpa e arrependimento
a pseudo timidez
corando a maçã do rosto
inserindo a catacrese.
São tantas antíteses num único ser.
Tantas apóstrofes de súplicas,
tantas hipérboles de ser,
numa ambiguidade infinita,
deveras complexa e singular,
Repulsa sobre os eufemismos,
recobrindo os atos falhos.
Tantas são as figuras e tantas ainda faltam
a integrar esse contexto
que melhor seria não usá-las.
Os receios da mesmice,
sem convicções,
as incertezas, o futuro,
incerteza de tudo no mundo,
porque na realidade.
Queixas são como dejetos,
extraídos de nós frequentemente.
Olvidando-se da correção de si.
numa peculiaridade absurda.
Somos detalhadamente formados,
pensamento e produção contínuos.
Somos dor e desejo.
Híbridos por conjuntura,
em busca de redenção.
Doesto a carne...
Admoesto o corpo,
relutando sempre!
Em busca de sapiência e consciência!
Vulgaridades obsoletas,
trevas tragando a luz,
até quando a luz deixar,
Portar-se bem, configurar-se,
adaptabilidade em pauta.
Posicionamento em baixa.
Seres, humanos?
Indivíduos errantes,
por características individualistas.
Nós?
Uma extensão dessa natureza,
também defeituosos com foco
no que é perfeito.
Caixa composta de fragmentos,
lotada de simbolismos,
libertando-se de velhos hábitos e costumes.
Eternamente construídos,
moldados para edificação contínua,
nossa e alheia.
Constante compreensão.
Cada passo, novo circuito.
Erro, acerto, foco.
Erguido e fortalecido a cada queda.
Pronto para outra tentativa.
Tradução do que quer ser,
novas expectativas surgem,
urgindo, tempo contra.
Olhos vendados... vendas caem.
corpos algemados, agrilhoados,
gritantes, brasas flamejantes.
Liberta! Espera sem razão...
Cabe a nós! Acordar,
abrir os olhos, corrigir os erros,
o tempo é curto,
a eternidade finita para quem fica.
Opções, opções...
liberdade de convenções,
princípios distorcidos,
corpos sedentos, redimidos...
cabe a nós. Esperar?
Só uma das opções.
A certa?
Invariavelmente incorreta.
cabe a nós, decidir,
cabe a nós agir,
Quando?
Nos cabe dizer...
quinta-feira, outubro 09, 2008
Meta e Preço
Somos seres invisíveis,
nesse mundo desconexo,
desprovido de caridade.
Complexo, côncavo e convexo.
Ambivalente e ambíguo.
Recobertos por uma melancolia funesta;
somos proveito,
fruto do âmago do mundo,
por alcunha somos tidos iguais,
não somos.
Fixados numa Meta nos tangenciamos.
Somos por natureza mutantes,
seres cambiantes tragados na inércia,
trazidos do limbo ao restauro.
Capsulados oblíquos.
Sóbria conexão.
O organizado é falho,
o atento distração.
Humanos erroneos vagantes,
ironicamente satirizando seus próprios anseios.
Eterna contradição.
Só alguns passos adiante
pegadas criam luz,
curam cicatrizes delirantes,
alucinadas.
Sombrio, medo lúgubre,
divina abstração.
Solução contida no etéreo,
vago, sandio e desvairado.
Simples assim.
Por natureza resíduo.
Seres além do nada,
em busca de sentido.
Sensações putrefatas,
a esmo sem vazão.
Lembrete do caminho,
mais rígido, menos daninho;
extravagante diferença,
a luz, o puro,
a Alva solução.
Quantos ãos serão necessários
até que o tempo finde?
O relógio acelera,
o cronômetro se distancia.
Vai e não volta, vai e volta;
espera, pára, prossegue.
Não se controla o tempo.
Tempos distintos
um ano, um dia,
TEMPO... mil anos.
Indomável, frenético,
sempre inaugural de novos tempos.
Vontades, lembranças, escolhas,
retornos inesgotáveis
até que o último se aproxima.
Não se pode alcançar
o que não se busca.
Não se pode almejar,
o que não se conhece.
Só se pode caminhar e conhecer
quando não está escuro.
Resmungar e aprofundar,
quando caminhos se cruzam;
interpelam e mudam.
Quando a realidade é perder
todo resquício de razão que se conhece.
E deixar para trás todos os vestígios
que se estabelecem.
Transformando o anátema,
por alto preço pago,
cuja dor se desconhece.
Não são devaneios sem causa.
Não é perda da noção;
mas um novo caminho,
ao encontrar uma nova ação.
O que somos senão fruto?
Quem senão criação?
Busco o santo e o eterno,
que a onisciência, onipotência e onipresença,
tradutoras do Divino,
demonstrem a misericórdia da minha indignidade.
O flagra, o gesto, a gota;
o sim e o não.
Até que findar não signifique
fim de fato,
mas uma hipérbole de continuação.
nesse mundo desconexo,
desprovido de caridade.
Complexo, côncavo e convexo.
Ambivalente e ambíguo.
Recobertos por uma melancolia funesta;
somos proveito,
fruto do âmago do mundo,
por alcunha somos tidos iguais,
não somos.
Fixados numa Meta nos tangenciamos.
Somos por natureza mutantes,
seres cambiantes tragados na inércia,
trazidos do limbo ao restauro.
Capsulados oblíquos.
Sóbria conexão.
O organizado é falho,
o atento distração.
Humanos erroneos vagantes,
ironicamente satirizando seus próprios anseios.
Eterna contradição.
Só alguns passos adiante
pegadas criam luz,
curam cicatrizes delirantes,
alucinadas.
Sombrio, medo lúgubre,
divina abstração.
Solução contida no etéreo,
vago, sandio e desvairado.
Simples assim.
Por natureza resíduo.
Seres além do nada,
em busca de sentido.
Sensações putrefatas,
a esmo sem vazão.
Lembrete do caminho,
mais rígido, menos daninho;
extravagante diferença,
a luz, o puro,
a Alva solução.
Quantos ãos serão necessários
até que o tempo finde?
O relógio acelera,
o cronômetro se distancia.
Vai e não volta, vai e volta;
espera, pára, prossegue.
Não se controla o tempo.
Tempos distintos
um ano, um dia,
TEMPO... mil anos.
Indomável, frenético,
sempre inaugural de novos tempos.
Vontades, lembranças, escolhas,
retornos inesgotáveis
até que o último se aproxima.
Não se pode alcançar
o que não se busca.
Não se pode almejar,
o que não se conhece.
Só se pode caminhar e conhecer
quando não está escuro.
Resmungar e aprofundar,
quando caminhos se cruzam;
interpelam e mudam.
Quando a realidade é perder
todo resquício de razão que se conhece.
E deixar para trás todos os vestígios
que se estabelecem.
Transformando o anátema,
por alto preço pago,
cuja dor se desconhece.
Não são devaneios sem causa.
Não é perda da noção;
mas um novo caminho,
ao encontrar uma nova ação.
O que somos senão fruto?
Quem senão criação?
Busco o santo e o eterno,
que a onisciência, onipotência e onipresença,
tradutoras do Divino,
demonstrem a misericórdia da minha indignidade.
O flagra, o gesto, a gota;
o sim e o não.
Até que findar não signifique
fim de fato,
mas uma hipérbole de continuação.
quarta-feira, outubro 08, 2008
Consolador, Santo Redentor!
Estupor dos meus causos;
incongruências das
minhas necessidades,
improfícuo e incólume!
Torpe razão vazia,
emocional se eleva,
a dor domina.
Não tem razão de ser,
não faz sentido!
Embora também
não haja razão em sentir,
isso é quase uma lição morfológica,
pois sem amor eu nada seria!
Sei que não me enquadro,
no perfil desgraçado em questão,
sei que a Graça me basta,
sei que a razão é tola,
sei que a loucura dos santos
é sabedoria.
Só não sei,
como saber tanto,
crer tanto,
amar tanto,
e ainda conseguir
espaço pra dor.
Só não sei como.
E então,
alimentando-me do espírito,
suporto mais uma milha,
guardo mais um pouco
o meu sofrimento.
Posso caminhar
por mais alguns instantes.
Ainda que meus pés
sintam-se em brasa
e não possa mais tocar o chão.
Ainda que meu corpo
não flutue.
Ainda que meus orgãos
resvalem pelas sombras
e desfaleçam,
que a minha pele,
rompa-se ainda em mim
e o sangue respingue.
Não há lirismo nisso,
nem lascívia.
Não há sonho,
nem perversão.
Há amor e disposição,
ainda que a dor faça
minar a força.
O Consolador
traz a paz, ainda que
as lágrimas escorram.
Traz amor ainda que
o ainda que permaneça.
E ainda que nada possa ser
como quiséssemos que fosse,
mais um passo,
mais adiante,
mais uma vez;
ainda quê!
incongruências das
minhas necessidades,
improfícuo e incólume!
Torpe razão vazia,
emocional se eleva,
a dor domina.
Não tem razão de ser,
não faz sentido!
Embora também
não haja razão em sentir,
isso é quase uma lição morfológica,
pois sem amor eu nada seria!
Sei que não me enquadro,
no perfil desgraçado em questão,
sei que a Graça me basta,
sei que a razão é tola,
sei que a loucura dos santos
é sabedoria.
Só não sei,
como saber tanto,
crer tanto,
amar tanto,
e ainda conseguir
espaço pra dor.
Só não sei como.
E então,
alimentando-me do espírito,
suporto mais uma milha,
guardo mais um pouco
o meu sofrimento.
Posso caminhar
por mais alguns instantes.
Ainda que meus pés
sintam-se em brasa
e não possa mais tocar o chão.
Ainda que meu corpo
não flutue.
Ainda que meus orgãos
resvalem pelas sombras
e desfaleçam,
que a minha pele,
rompa-se ainda em mim
e o sangue respingue.
Não há lirismo nisso,
nem lascívia.
Não há sonho,
nem perversão.
Há amor e disposição,
ainda que a dor faça
minar a força.
O Consolador
traz a paz, ainda que
as lágrimas escorram.
Traz amor ainda que
o ainda que permaneça.
E ainda que nada possa ser
como quiséssemos que fosse,
mais um passo,
mais adiante,
mais uma vez;
ainda quê!
Limite
De repente me sopra uma tristeza, uma angústia
a saudade habita meu peito, a inconstância é insuportável.
A mágoa apenas tolerável e o amor maior do mundo!
Me culpo por tantos erros ao longo de minha vida,
mas quanto ao sentimento sinto-me em paz;
tenho tentado mais do que a vontade aguenta,
esperado mais do que a razão suporta,
chegado ao limite entre sabedoria e sandisse;
a espera de redenção e misericórdia!
E nesse meio novelo todo enrolado,
suplico perdão e redenção.
a saudade habita meu peito, a inconstância é insuportável.
A mágoa apenas tolerável e o amor maior do mundo!
Me culpo por tantos erros ao longo de minha vida,
mas quanto ao sentimento sinto-me em paz;
tenho tentado mais do que a vontade aguenta,
esperado mais do que a razão suporta,
chegado ao limite entre sabedoria e sandisse;
a espera de redenção e misericórdia!
E nesse meio novelo todo enrolado,
suplico perdão e redenção.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Sou?
Como é duro pensarmos nas tristezas que causamos a nós mesmos,
como nossos erros podem ser eternos, mesmo que nossa vida não seja.
Ah! Se eu soubesse que pequenos caprichos podiam render tanto dor
nunca os teria tido.
Vontade de ser independente,
de ser a si mesma independente das opiniões, isso vale tão pouco
hoje compreendo mais a frase, mais vale ser feliz do que ter razão
quisera estar completamente errada e aceitar algumas coisas,
quisera saber ouvir e obedecer em certos pontos, a tempo.
Quisera ter sido, para ser feliz, mais como agrada aos outros...
Essas saudades vem tão profundas que a dor já nem faz diferença
O Consolador ajuda, a dor suprime, a saudade permanece
até quando Ele quiser.
como nossos erros podem ser eternos, mesmo que nossa vida não seja.
Ah! Se eu soubesse que pequenos caprichos podiam render tanto dor
nunca os teria tido.
Vontade de ser independente,
de ser a si mesma independente das opiniões, isso vale tão pouco
hoje compreendo mais a frase, mais vale ser feliz do que ter razão
quisera estar completamente errada e aceitar algumas coisas,
quisera saber ouvir e obedecer em certos pontos, a tempo.
Quisera ter sido, para ser feliz, mais como agrada aos outros...
Essas saudades vem tão profundas que a dor já nem faz diferença
O Consolador ajuda, a dor suprime, a saudade permanece
até quando Ele quiser.
terça-feira, setembro 09, 2008
Saudade de quem não pode mais voltar...
Tudo parece tão pequeno diante da perda eterna
tudo parece arrogância e egoísmo quando não se pode mais nada
toda a dor, toda a saudade, tudo é tão duro!
As dores de sentimentos frustrados não se podem comparar
com as dores de alguém que não volta nunca mais!
Ainda q as possibilidades sejam as mesmas no campo sentimental
esse não volta nunca mais não limita a não ver nunca mais...
enquanto a saudade eterna significa exatamente o que o nome diz...
Não ver, não falar, não sentir...
Qnto egoísmo é sofrer com outras dores
enquanto parte de seu futuro é roubada de si...
Família é tudo pra mim,
perder uma parte dela é como perder um pedaço de mim mesma
e uma porção de vida e de futuro...
tudo parece arrogância e egoísmo quando não se pode mais nada
toda a dor, toda a saudade, tudo é tão duro!
As dores de sentimentos frustrados não se podem comparar
com as dores de alguém que não volta nunca mais!
Ainda q as possibilidades sejam as mesmas no campo sentimental
esse não volta nunca mais não limita a não ver nunca mais...
enquanto a saudade eterna significa exatamente o que o nome diz...
Não ver, não falar, não sentir...
Qnto egoísmo é sofrer com outras dores
enquanto parte de seu futuro é roubada de si...
Família é tudo pra mim,
perder uma parte dela é como perder um pedaço de mim mesma
e uma porção de vida e de futuro...
quinta-feira, setembro 04, 2008
Deixando acontecer...
Minha razão anda meio sandia,
e essa sandice meio fora do normal...
Nem eu tenho entendido meu modo de agir.
Sei que minha vontade era me jogar aos pés,
mas esse desejo atroz também não leva a nada.
Estou me encontrando de um lado e me perdendo do outro
tentando deixar acontecer, mas é complicado perder qm se ama
sem correr atrás e tentar reverter... É hora de buscar o Único
que pode me trazer alívio nesse orgão pulsante desenfreado!!!
e essa sandice meio fora do normal...
Nem eu tenho entendido meu modo de agir.
Sei que minha vontade era me jogar aos pés,
mas esse desejo atroz também não leva a nada.
Estou me encontrando de um lado e me perdendo do outro
tentando deixar acontecer, mas é complicado perder qm se ama
sem correr atrás e tentar reverter... É hora de buscar o Único
que pode me trazer alívio nesse orgão pulsante desenfreado!!!
quinta-feira, agosto 28, 2008
Sintomático
Acho que a sintomática imprecisa tem melhorado ultimamente,
talvez não esteja, mas me sinto melhor, ao menos um pouco.
Quando sinto a distância numa proximidade tão curta, me sinto mal,
entretanto, ao ficar longe sinto que mesmo incomodando demais
quando vejo uma imagem que traga lembrança
Tenho me sentido menos pior que n'outros dias.
Amigas vêm, vão, são o que tem que ser,
cumprem seu papel.
Se algo mais houver, não me cabe dizer,
já não sinto tanto desespero, mas me dói pensar,
então evitar torna-se o melhor remédio.
A corrompida imagem que formei não posso desfazer,
o corredor por onde entrei, não quer alargar,
a porta emperra.
A vontade se alavanca e, no minuto seguinte some.
Tudo rápido demais, frenético demais.
Estou mais confiante, mais crente, mais...
mais muitas coisas, menos tantas outras...
Mais confiante em Alguém que pode me trazer a paz,
que pode ainda me permitir esperar menos aflita,
Alguém que me ajuda a mudar mais uma porçãozinha por dia.
Contudo, menos desesperada e mais racional,
vejo cada vez mais a distância e o abismo que se formou,
quando o chão cedeu sob nossos pés.
E, por mais que eu tente, a porta não desemperra.
Sei que não é tempo disso, por isso me preocupo menos,
sei que nada disso depende de mim,
por isso tenho chorado menos uns mls por dia.
Ainda posso parecer melodramática, dita vítima,
mas algumas características não desaparecem de repente,
enquanto uma atitude pode mudar todo um projeto de vida.
Tenho me conformado em esperar outras respostas,
a buscar outros pedidos,
a me acertar antes de buscar abrigo em ombros amigos...
Tenho perdido a revolta incontida e desmedida e
ganhado ares mais sutis, menos (ou talvez não) complexos.
Mas de qualquer forma mais amenos.
Tenho me sentido mais viva,
ainda que parte do meu coração chore
e sangre sem parar.
Nessa sangria desvairada tenho me posto a pensar mais,
a buscar mais, a querer mais do tenho tido
e buscado como objetivo.
Mas ainda falta... tanto... pelo menos
não tenho me desanimado, mas me mantido
ainda que triste, firme nos propósitos do que escolhi.
Pois sei que amanhã, ou depois talvez quem sabe.
Não sou mais eu quem controlo meu tempo,
mas numa manhã florida e ensolarada,
as lágrimas vão, sei que sim, secar-se.
E o sorriso tornará efetiva
e permanentemente aos meus lábios.
Não que não os habite por vezes agora,
mas não é convicto de si,
nem lembra que está lá,
mas logo me encherei tanto da alegria que tenho bebido,
que não saberei mais não sorrir.
E a tristeza se extinguirá ao menos por momentos,
minutos, dias, quem sabe? De meu corpo suave...
que hoje não se mostra tão imensamente contente assim.
Espero, tenho esperado tantas coisas,
aprendi, nesses tempos esperar...
Tenho muitas saudades não nego,
mas as flores se abrem tão rapidamente
que não podemos deixar o momento passar
presos a lágrimas fúnebres.
Tenho buscado e tenho aprendido,
tenho aprendido demais nos tempos
em que sofrimentos tomam ares de aprendizado
e passam a mostrar-se menos infelizes
e mais vorazes e perspicazes de suas complexidades.
Sagacidades... Não posso perder, não minhas doces esperanças!
talvez não esteja, mas me sinto melhor, ao menos um pouco.
Quando sinto a distância numa proximidade tão curta, me sinto mal,
entretanto, ao ficar longe sinto que mesmo incomodando demais
quando vejo uma imagem que traga lembrança
Tenho me sentido menos pior que n'outros dias.
Amigas vêm, vão, são o que tem que ser,
cumprem seu papel.
Se algo mais houver, não me cabe dizer,
já não sinto tanto desespero, mas me dói pensar,
então evitar torna-se o melhor remédio.
A corrompida imagem que formei não posso desfazer,
o corredor por onde entrei, não quer alargar,
a porta emperra.
A vontade se alavanca e, no minuto seguinte some.
Tudo rápido demais, frenético demais.
Estou mais confiante, mais crente, mais...
mais muitas coisas, menos tantas outras...
Mais confiante em Alguém que pode me trazer a paz,
que pode ainda me permitir esperar menos aflita,
Alguém que me ajuda a mudar mais uma porçãozinha por dia.
Contudo, menos desesperada e mais racional,
vejo cada vez mais a distância e o abismo que se formou,
quando o chão cedeu sob nossos pés.
E, por mais que eu tente, a porta não desemperra.
Sei que não é tempo disso, por isso me preocupo menos,
sei que nada disso depende de mim,
por isso tenho chorado menos uns mls por dia.
Ainda posso parecer melodramática, dita vítima,
mas algumas características não desaparecem de repente,
enquanto uma atitude pode mudar todo um projeto de vida.
Tenho me conformado em esperar outras respostas,
a buscar outros pedidos,
a me acertar antes de buscar abrigo em ombros amigos...
Tenho perdido a revolta incontida e desmedida e
ganhado ares mais sutis, menos (ou talvez não) complexos.
Mas de qualquer forma mais amenos.
Tenho me sentido mais viva,
ainda que parte do meu coração chore
e sangre sem parar.
Nessa sangria desvairada tenho me posto a pensar mais,
a buscar mais, a querer mais do tenho tido
e buscado como objetivo.
Mas ainda falta... tanto... pelo menos
não tenho me desanimado, mas me mantido
ainda que triste, firme nos propósitos do que escolhi.
Pois sei que amanhã, ou depois talvez quem sabe.
Não sou mais eu quem controlo meu tempo,
mas numa manhã florida e ensolarada,
as lágrimas vão, sei que sim, secar-se.
E o sorriso tornará efetiva
e permanentemente aos meus lábios.
Não que não os habite por vezes agora,
mas não é convicto de si,
nem lembra que está lá,
mas logo me encherei tanto da alegria que tenho bebido,
que não saberei mais não sorrir.
E a tristeza se extinguirá ao menos por momentos,
minutos, dias, quem sabe? De meu corpo suave...
que hoje não se mostra tão imensamente contente assim.
Espero, tenho esperado tantas coisas,
aprendi, nesses tempos esperar...
Tenho muitas saudades não nego,
mas as flores se abrem tão rapidamente
que não podemos deixar o momento passar
presos a lágrimas fúnebres.
Tenho buscado e tenho aprendido,
tenho aprendido demais nos tempos
em que sofrimentos tomam ares de aprendizado
e passam a mostrar-se menos infelizes
e mais vorazes e perspicazes de suas complexidades.
Sagacidades... Não posso perder, não minhas doces esperanças!
terça-feira, agosto 19, 2008
Pseudo... uma verdade que irrita!!!
Tentar matar o que está dentro de nós é mais difícil
do que manter um sorriso superficial no rosto.
Esse líquido inócuo que expressa tanta dor,
e ao mesmo tanta insensatez ao percorrrer a face...
qual profícuo em sentir???
Qual a lógica em conhecer tanto?
Se no que deveria saber sou completamente leiga???
aprender mil atividades...
ter mil aptidões...
tudo é tão inútil diante da insustentabilidade do ser.
A insustentável leveza... traiçoeira e contínua...
De um ser que nem ao menos tem consciência do existir,
na profundidade psicológica e disconexa do desvario
no qual se instala.
Afinal, ser... o que é o agir e o pensar,
senão um amontoado de informações que vem e vão?
criando uma rede, cheia de tramas e formam
nada mais do que nosso repertório individual.
Quem somos? O que conhecemos?
Tudo é tão subjetivo e pseudobucólico,
uma melâncolia alternativa a torpe idéia de razão,
dando vazão ao funesto ar funéreo que se instala.
do que manter um sorriso superficial no rosto.
Esse líquido inócuo que expressa tanta dor,
e ao mesmo tanta insensatez ao percorrrer a face...
qual profícuo em sentir???
Qual a lógica em conhecer tanto?
Se no que deveria saber sou completamente leiga???
aprender mil atividades...
ter mil aptidões...
tudo é tão inútil diante da insustentabilidade do ser.
A insustentável leveza... traiçoeira e contínua...
De um ser que nem ao menos tem consciência do existir,
na profundidade psicológica e disconexa do desvario
no qual se instala.
Afinal, ser... o que é o agir e o pensar,
senão um amontoado de informações que vem e vão?
criando uma rede, cheia de tramas e formam
nada mais do que nosso repertório individual.
Quem somos? O que conhecemos?
Tudo é tão subjetivo e pseudobucólico,
uma melâncolia alternativa a torpe idéia de razão,
dando vazão ao funesto ar funéreo que se instala.
quinta-feira, junho 26, 2008
Alçar vôos altos? Acho q nem saio do chão!
O limite da razão me some por um instante
será um lapso inconstante?
Ou realmente estou perdendo o prumo?
Parece que não faço sentido
e incomodo em todos os caminhos.
Arranquei o coração de alguém com as mãos?
O q fiz?
Parece que despejei sobre o buraco um químico endurecedor
talvez aço líquido, talvez não, realmente não sei, só vejo que
nada, nada mais brota dalí...
Acho q matei os sonhos e as esperanças de alguém
tarefa difícil é fazê-los ressucitar...
talvez impossível... mais provável o impossível...
será um lapso inconstante?
Ou realmente estou perdendo o prumo?
Parece que não faço sentido
e incomodo em todos os caminhos.
Arranquei o coração de alguém com as mãos?
O q fiz?
Parece que despejei sobre o buraco um químico endurecedor
talvez aço líquido, talvez não, realmente não sei, só vejo que
nada, nada mais brota dalí...
Acho q matei os sonhos e as esperanças de alguém
tarefa difícil é fazê-los ressucitar...
talvez impossível... mais provável o impossível...
Por que a chegada é tão distante das mãos???
A cada tropeço uma distância,
a cada queda um desatino,
cansei dessa arrogância,
dessa intolerância, dessa falta de mimo,
rimas pobres, rimas ricas, tanto faz,
quando nada faz sentido,
rimar é o que menos importa,
gritar, explodir!!!
Interessa muito mais...
Sinto dor, mas não consigo contê-la
ela parece mesmo explodir...
Sentir dor desse modo é como,
fingir que se mutila em uma batalha,
em que, inevitavelmente se perde,
perder alguém a quem se doa
ou saber que não importa mais,
é como caminhar entre as tormentas,
e não saber se consegue atravessar
Gosto do riso qndo ele se estampa em mim,
desgosto qndo some,
nessa inconstância sigo
sem saber a distância do caminho percorrido,
achando sempre que estou longe demais...
longe demais pra ultrapassar a linha de chegada...
a cada queda um desatino,
cansei dessa arrogância,
dessa intolerância, dessa falta de mimo,
rimas pobres, rimas ricas, tanto faz,
quando nada faz sentido,
rimar é o que menos importa,
gritar, explodir!!!
Interessa muito mais...
Sinto dor, mas não consigo contê-la
ela parece mesmo explodir...
Sentir dor desse modo é como,
fingir que se mutila em uma batalha,
em que, inevitavelmente se perde,
perder alguém a quem se doa
ou saber que não importa mais,
é como caminhar entre as tormentas,
e não saber se consegue atravessar
Gosto do riso qndo ele se estampa em mim,
desgosto qndo some,
nessa inconstância sigo
sem saber a distância do caminho percorrido,
achando sempre que estou longe demais...
longe demais pra ultrapassar a linha de chegada...
quarta-feira, maio 21, 2008
À espera, à procura...
Mesmo o sono não nos abala quando ansiamos por algo que nos faz tão bem e tão felizes...
A ansiedade funciona como um energético
que repõe as forças e nos deixa atentos
a tudo e ao nada...
É triste, entretanto, almejar e ficar com as rebarbas perdidas,
dispensadas do mínimo que alguém pode oferecer.
Como sinto falta daqueles dias em que as alegrias eram sempre bem vindas e vinham sem cessar
e as tristezas atrasildas, sempre tardias (coitadas),
como tardavam em chegar naum incomodavam quase nunca.
Doces sorrisos se ofereciam, doces contos se diziam... doces alegrias eram sentidas...
Sinto falta... sinto falta... sinto falta...
A ansiedade funciona como um energético
que repõe as forças e nos deixa atentos
a tudo e ao nada...
É triste, entretanto, almejar e ficar com as rebarbas perdidas,
dispensadas do mínimo que alguém pode oferecer.
Como sinto falta daqueles dias em que as alegrias eram sempre bem vindas e vinham sem cessar
e as tristezas atrasildas, sempre tardias (coitadas),
como tardavam em chegar naum incomodavam quase nunca.
Doces sorrisos se ofereciam, doces contos se diziam... doces alegrias eram sentidas...
Sinto falta... sinto falta... sinto falta...
domingo, março 16, 2008
Todo sentimento do mundo não me cabe,
pois não só de alegria se mantém um ser,
caminho esperando que a dor um dia finde,
e que meu sonho se realize por completo só uma vez.
Quero o sorriso de volta em meu rosto,
minha alegria guardada na imensidão de mim e
mais pouco de sonhos a cada gota de esperança que
eventualmente possa surgir.
pois não só de alegria se mantém um ser,
caminho esperando que a dor um dia finde,
e que meu sonho se realize por completo só uma vez.
Quero o sorriso de volta em meu rosto,
minha alegria guardada na imensidão de mim e
mais pouco de sonhos a cada gota de esperança que
eventualmente possa surgir.
Porque a razão ultrapassa o sentimento e
a lógica consome a ilusão e a esperança?
Não sei o motivo de tantas, tantas coisas,
mas o que me incomoda na verdade é apenas sentir demais
Sentir demais quando me incomodam,
sentir demais quando me mantém distante,
meus olhos já não enxergam os caminhos da verdade,
minha cegueira me faz perder o rumo e os sentidos,
Sentimentos são dores torpes de uma ilógica,
irracional e disconexa ordem invariável,
inconstante e frenéticamente mutável...
Não sei mais do que meus olhos enxergam
e por onde meus pés vacilam ao caminhar,
meu corpo trêmulo insiste em me perder de mim
e minha tristeza não se vai.
Lágrimas inconsoláveis, perdidas no tempo e sem valor algum,
aliás, quem veria valor em uma lágrima de um desconhecido?
Me bastam os devaneios, são só o que me sobram,
quero verdades incontestáveis, juras válidas e um amor sincero.
Daqueles sonhados toda vida, sempre almejados,
mas raramente conquistados.
Quero sonhos, risos que já não guardo e todo sentimento do mundo!!!
a lógica consome a ilusão e a esperança?
Não sei o motivo de tantas, tantas coisas,
mas o que me incomoda na verdade é apenas sentir demais
Sentir demais quando me incomodam,
sentir demais quando me mantém distante,
meus olhos já não enxergam os caminhos da verdade,
minha cegueira me faz perder o rumo e os sentidos,
Sentimentos são dores torpes de uma ilógica,
irracional e disconexa ordem invariável,
inconstante e frenéticamente mutável...
Não sei mais do que meus olhos enxergam
e por onde meus pés vacilam ao caminhar,
meu corpo trêmulo insiste em me perder de mim
e minha tristeza não se vai.
Lágrimas inconsoláveis, perdidas no tempo e sem valor algum,
aliás, quem veria valor em uma lágrima de um desconhecido?
Me bastam os devaneios, são só o que me sobram,
quero verdades incontestáveis, juras válidas e um amor sincero.
Daqueles sonhados toda vida, sempre almejados,
mas raramente conquistados.
Quero sonhos, risos que já não guardo e todo sentimento do mundo!!!
sábado, fevereiro 23, 2008
Um dia pode ser q acabe assim...
... ou pode ser q tudo mude...
Acordei por instante no filme "O casamento do meu melhor amigo" e tudo parecia se encaixar numa realidade futura ao meu respeito... Me sinto só e talvez continue assim...
Noites divertidas não substituem a alegria de um dia todo.
Tenho saudades daquilo q naum volta. E o tempo naum pára nunca. Q fazer? Sabe-se lá... Naum sei por onde vou estar, não sei o q farei nos próximos dias, ou horas... Mas seja o que for, espero q melhore ao amanhecer... Dores devem findar um dia, não?
A tristeza e as lágrimas vão abrandando-se aos poucos, levar a vida ao léu não traduz necessariamente a alegria, mas a vida está aí... Vamos em frente com ela pra ver o q acontece...
Acordei por instante no filme "O casamento do meu melhor amigo" e tudo parecia se encaixar numa realidade futura ao meu respeito... Me sinto só e talvez continue assim...
Noites divertidas não substituem a alegria de um dia todo.
Tenho saudades daquilo q naum volta. E o tempo naum pára nunca. Q fazer? Sabe-se lá... Naum sei por onde vou estar, não sei o q farei nos próximos dias, ou horas... Mas seja o que for, espero q melhore ao amanhecer... Dores devem findar um dia, não?
A tristeza e as lágrimas vão abrandando-se aos poucos, levar a vida ao léu não traduz necessariamente a alegria, mas a vida está aí... Vamos em frente com ela pra ver o q acontece...
sábado, fevereiro 16, 2008
Eis que surge um novo dia!
Não que esteja mais feliz, ou mais contente
por qualquer sinal de minha existência,
tão somente não seja tão inexplicável sentir dor,
tão avassalador continuar vivo.
A escassez de alegria, nos priva ver,
contudo, sonhos e pesadelos
nos perseguem a todo instante
e nem por isso deixamos de ser.
Não quero rimas melancólicas,
nem tristezas ao redor.
A torpe razão nos liga a diversos pontos
e as ilusões, que provém de nossa mente
desmistificam a cada ponto ligado,
nos afasta de cada lapso de bobeira,
nos faz crescer, enxugar as lágrimas
e seguir em frente por mais um dia...
Graças a DEUS!!!
por qualquer sinal de minha existência,
tão somente não seja tão inexplicável sentir dor,
tão avassalador continuar vivo.
A escassez de alegria, nos priva ver,
contudo, sonhos e pesadelos
nos perseguem a todo instante
e nem por isso deixamos de ser.
Não quero rimas melancólicas,
nem tristezas ao redor.
A torpe razão nos liga a diversos pontos
e as ilusões, que provém de nossa mente
desmistificam a cada ponto ligado,
nos afasta de cada lapso de bobeira,
nos faz crescer, enxugar as lágrimas
e seguir em frente por mais um dia...
Graças a DEUS!!!
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Não é bom existir...
Sei das tantas coisas boas que existem,
mas naum faço parte delas!
Meu sonho enfim se desfez...
virou pesadelo afinal
Sou rude, sou triste, sou louca,
sou ingênua, mas esperta,
sou esquiva, sou um misto de partes conturbadas,
meio desconexas por mim conectadas.
Sou confusa demais, perdida demais...
Tento me encontrar, mas não acho.
Em mim não sobra nem a mim,
nem espaço para sentir...
Sequei meu coração pra não sentir e
ceguei meus olhos pra não ver.
Não enxergo mais meu ser,
e não quero mais saber.
mas naum faço parte delas!
Meu sonho enfim se desfez...
virou pesadelo afinal
Sou rude, sou triste, sou louca,
sou ingênua, mas esperta,
sou esquiva, sou um misto de partes conturbadas,
meio desconexas por mim conectadas.
Sou confusa demais, perdida demais...
Tento me encontrar, mas não acho.
Em mim não sobra nem a mim,
nem espaço para sentir...
Sequei meu coração pra não sentir e
ceguei meus olhos pra não ver.
Não enxergo mais meu ser,
e não quero mais saber.
Dói e não cessa...
Mais uma lágrima escorre, não pára de cair...
a dor me habita, não quer partir do meu peito.
Como posso entender esse desastre vital?
Essa dor irritante q não sai de mim...
Por que, essa coisa intrigante me furta?
Por que, essa maldição não se esvai?
Pra que termos coração se não podemos guardá-lo do mal???
O meu está quebrado e sem conserto
e minha solução está guardada.
Sabe-se lá por onde minhas chaves se encontram...
As cores ganham tons de cinza e a dor ganha mais força.
Vou perdendo o brilho e a graça...
Acho que graça, há muito em mim já não há.
Sou como um livro velho,
uns vem consultar, outros rasgar as páginas,
mas nunca pra comprar e pagar o preço do tempo.
Sou eu um adeus de tudo que se vai com o tempo,
palavras jogadas ao vento!
a dor me habita, não quer partir do meu peito.
Como posso entender esse desastre vital?
Essa dor irritante q não sai de mim...
Por que, essa coisa intrigante me furta?
Por que, essa maldição não se esvai?
Pra que termos coração se não podemos guardá-lo do mal???
O meu está quebrado e sem conserto
e minha solução está guardada.
Sabe-se lá por onde minhas chaves se encontram...
As cores ganham tons de cinza e a dor ganha mais força.
Vou perdendo o brilho e a graça...
Acho que graça, há muito em mim já não há.
Sou como um livro velho,
uns vem consultar, outros rasgar as páginas,
mas nunca pra comprar e pagar o preço do tempo.
Sou eu um adeus de tudo que se vai com o tempo,
palavras jogadas ao vento!
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Muito sono e pouca vontade de ir dormir...
Tudo muitos dias parece sufocar,
todas as horas insistem em não passar,
virão outros dias onde o tempo parece voar,
quando gostaríamos que parasse.
Não há muita explicação lógica para a vida,
nem para os seus mistérios,
há a capacidade de aceitarmos e a fé.
A escolha é individual,
por isso mesmo dispomos do livre arbítrio,
somos seres distintos e diversificados,
somos muito além das aparências delirantes
de uma carcaça corpórea.
Talvez seja fúnebre pensar,
talvez seja só realismo demais...
e o ar funesto exista somente para disfarçar,
para manter incólume a imprecisão que há em tudo,
mesmo com toda a perfeição que fomos criados.
Os indivíduos são confusos em demasia
e a alvura se esconde na escuridão,
toda a claridade se perde,
talvez a única saída para nos encontrarmos um pouco... em NÓS!
todas as horas insistem em não passar,
virão outros dias onde o tempo parece voar,
quando gostaríamos que parasse.
Não há muita explicação lógica para a vida,
nem para os seus mistérios,
há a capacidade de aceitarmos e a fé.
A escolha é individual,
por isso mesmo dispomos do livre arbítrio,
somos seres distintos e diversificados,
somos muito além das aparências delirantes
de uma carcaça corpórea.
Talvez seja fúnebre pensar,
talvez seja só realismo demais...
e o ar funesto exista somente para disfarçar,
para manter incólume a imprecisão que há em tudo,
mesmo com toda a perfeição que fomos criados.
Os indivíduos são confusos em demasia
e a alvura se esconde na escuridão,
toda a claridade se perde,
talvez a única saída para nos encontrarmos um pouco... em NÓS!
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Para os que chegam olá!!!
Cuidado ao procurar, não posso responder a tudo,
minha mente percorre muitos vales,
mas no dia-a-dia corriqueiro sei bem lidar com a realidade,
por mais difícil que essa possa ser.
Sei chorar, sei sorrir, sei ter jogo de cintura, sei lidar e brigar,
mas também sei a hora de calar, de aceitar e respeitar.
Sei coisas que muitos mais sabem e outros tantos estão por aprender,
mas ainda me resta tanto por saber...
Espero mais um dia e nele tudo parece estranhamente novo.
Sim, sim, é como quero que seja e para mim é como deve ser!!!
minha mente percorre muitos vales,
mas no dia-a-dia corriqueiro sei bem lidar com a realidade,
por mais difícil que essa possa ser.
Sei chorar, sei sorrir, sei ter jogo de cintura, sei lidar e brigar,
mas também sei a hora de calar, de aceitar e respeitar.
Sei coisas que muitos mais sabem e outros tantos estão por aprender,
mas ainda me resta tanto por saber...
Espero mais um dia e nele tudo parece estranhamente novo.
Sim, sim, é como quero que seja e para mim é como deve ser!!!
Nada além de flores para os poetas dessas outras gerações,
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
Sempre a razão consome mais um pouco desse nosso tempo.
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?
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