sábado, fevereiro 23, 2008

Um dia pode ser q acabe assim...

... ou pode ser q tudo mude...
Acordei por instante no filme "O casamento do meu melhor amigo" e tudo parecia se encaixar numa realidade futura ao meu respeito... Me sinto só e talvez continue assim...
Noites divertidas não substituem a alegria de um dia todo.
Tenho saudades daquilo q naum volta. E o tempo naum pára nunca. Q fazer? Sabe-se lá... Naum sei por onde vou estar, não sei o q farei nos próximos dias, ou horas... Mas seja o que for, espero q melhore ao amanhecer... Dores devem findar um dia, não?
A tristeza e as lágrimas vão abrandando-se aos poucos, levar a vida ao léu não traduz necessariamente a alegria, mas a vida está aí... Vamos em frente com ela pra ver o q acontece...

sábado, fevereiro 16, 2008

Eis que surge um novo dia!

Não que esteja mais feliz, ou mais contente
por qualquer sinal de minha existência,
tão somente não seja tão inexplicável sentir dor,
tão avassalador continuar vivo.
A escassez de alegria, nos priva ver,
contudo, sonhos e pesadelos
nos perseguem a todo instante
e nem por isso deixamos de ser.
Não quero rimas melancólicas,
nem tristezas ao redor.
A torpe razão nos liga a diversos pontos
e as ilusões, que provém de nossa mente
desmistificam a cada ponto ligado,
nos afasta de cada lapso de bobeira,
nos faz crescer, enxugar as lágrimas
e seguir em frente por mais um dia...

Graças a DEUS!!!

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Não é bom existir...

Sei das tantas coisas boas que existem,
mas naum faço parte delas!
Meu sonho enfim se desfez...
virou pesadelo afinal
Sou rude, sou triste, sou louca,
sou ingênua, mas esperta,
sou esquiva, sou um misto de partes conturbadas,
meio desconexas por mim conectadas.
Sou confusa demais, perdida demais...
Tento me encontrar, mas não acho.
Em mim não sobra nem a mim,
nem espaço para sentir...
Sequei meu coração pra não sentir e
ceguei meus olhos pra não ver.
Não enxergo mais meu ser,
e não quero mais saber.

Dói e não cessa...

Mais uma lágrima escorre, não pára de cair...
a dor me habita, não quer partir do meu peito.
Como posso entender esse desastre vital?
Essa dor irritante q não sai de mim...
Por que, essa coisa intrigante me furta?
Por que, essa maldição não se esvai?
Pra que termos coração se não podemos guardá-lo do mal???
O meu está quebrado e sem conserto
e minha solução está guardada.
Sabe-se lá por onde minhas chaves se encontram...
As cores ganham tons de cinza e a dor ganha mais força.
Vou perdendo o brilho e a graça...
Acho que graça, há muito em mim já não há.
Sou como um livro velho,
uns vem consultar, outros rasgar as páginas,
mas nunca pra comprar e pagar o preço do tempo.
Sou eu um adeus de tudo que se vai com o tempo,
palavras jogadas ao vento!

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Muito sono e pouca vontade de ir dormir...

Tudo muitos dias parece sufocar,
todas as horas insistem em não passar,
virão outros dias onde o tempo parece voar,
quando gostaríamos que parasse.
Não há muita explicação lógica para a vida,
nem para os seus mistérios,
há a capacidade de aceitarmos e a fé.
A escolha é individual,
por isso mesmo dispomos do livre arbítrio,
somos seres distintos e diversificados,
somos muito além das aparências delirantes
de uma carcaça corpórea.
Talvez seja fúnebre pensar,
talvez seja só realismo demais...
e o ar funesto exista somente para disfarçar,
para manter incólume a imprecisão que há em tudo,
mesmo com toda a perfeição que fomos criados.
Os indivíduos são confusos em demasia
e a alvura se esconde na escuridão,
toda a claridade se perde,
talvez a única saída para nos encontrarmos um pouco... em NÓS!

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Para os que chegam olá!!!

Cuidado ao procurar, não posso responder a tudo,
minha mente percorre muitos vales,
mas no dia-a-dia corriqueiro sei bem lidar com a realidade,
por mais difícil que essa possa ser.
Sei chorar, sei sorrir, sei ter jogo de cintura, sei lidar e brigar,
mas também sei a hora de calar, de aceitar e respeitar.
Sei coisas que muitos mais sabem e outros tantos estão por aprender,
mas ainda me resta tanto por saber...
Espero mais um dia e nele tudo parece estranhamente novo.
Sim, sim, é como quero que seja e para mim é como deve ser!!!
Nada além de flores para os poetas dessas outras gerações,
para as sobras dessa adolescência que se farta
em pequenos resquícios em mim, apenas desejos; restam apenas...
e apenas em mim guardados, doces desejos do nada se tornar O tudo
e do tudo ser além da liberdade de expressão.
Sonhos podem voar, mas a cabeça deve permanecer no lugar...
Sonhos podem nos levar, mas devemos persistir mais um pouco.
Terra em pés fixos e firmes, cabeças navegando em tudo que pode ser,
mistura de real e ilusório, nesse estado inerte de aceite e ascensão.
Sempre a razão consome mais um pouco desse nosso tempo.
Sempre mais um desvario, sempre mais um copo, mais um gole...
as incertezas continuam em cada esquina, em cada olhar deturpado
sobre as protuberâncias decorrentes...
Essas incongruências, traçam uma tênue distância,
um limite, uma hipérbole desvairada nessa metáfora da vida...
Sou coisas demais, sei coisas demais
e guardo-as pra mim, debaixo de sete chaves,
Esse é o ápice da contemporaneidade:
O INDIVIDUALISMO...
Essa utopia desregrada, juventude desmemoriada
de um país transviado...
Tudo é tão distante em nossa pequenês, mas ao mesmo tão perto que confunde...
Ao fim onde vamos todos parar???
Talvez esteja inebriada, embriagada com tantas (des)informações
mas tento resistir.
Não por um protesto político ou acadêmico,
Sou muito além das minhas expectativas,
mas talvez não seja nada para mais ninguém...
As esperanças que me transbordam, são as mesmas
que noutro instante me esvaziam, êxtase, gozo e prazer...
Lascívia de nossos dias globalizados,
induzidos estupidamente ao massivo...
Sou o q sou e nada muda. Mas será mesmo até quando isso?