quarta-feira, novembro 30, 2005

A insanidade percorre nossos corpos e permeia o impermeável. Vem sugando nossas forças e nossa coerência e deixando para trás rastros de tudo que sucedeu.
Meu corpo esconde segredos e minha boca cala. Meu socorro, meus devaneios a esmo, intercalando verdade e alucinação.
A contradição resvala. A sobriedade escorre pelos dedos e nos erros temos nossos consertos e nos concertos nossos acertos.
Desconsertado de tudo, dessa valia insana amainada pela soberania. Quero ser, estar, saber...
E mais... nada.
E no nada toda a inconstância de todas as informações.

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