sexta-feira, outubro 25, 2002

Concerne, indaga, abafa. Insulta meu EGO. Displiscente sinto e relevo; revelo a mim e me entrego. Vontade torpe, herança da negligente e eterna meninice. Não espero nada, não cobro nada, só quero e me contradigo assim. Eu quero mais do que me permito querer perco as rédeas, a rodada te deixo vencer. É amiúde que te quero sentir e assim defino improfícuo esse querer Um sentido tão insano e destemido quanto sucinta é a lógica de tê-lo Não comum é tal simulacro em meus atos mas a ti meus pensamentos reservo evitando me repetir, renovo as palavras, porém, mantenho gestos e movimentos; pensamentos também permanecem e aparecem intactos em atitudes diferentes. Mascaro meus sentidos Contudo ao vê-lo ressurgem as caquéticas vontades. Proibido! Repito. Eu sei. Meu querer não respeita leis. Pago pela admiração o valor da traição Tradição secular, milenar, infinita! Quanto mais? Let it be! Mas deixe ser o quê? Quando a vontade suprimida, aflora desordenada a vida traça caminhos e os desejos fazem morada. De quem é a culpa de meus pensamentos? Insensatos, insensíveis, incorretos (???) As questões permeiam e permanecem sem resposta. Prevaleço sobr meus desejos. Mas até quando? Em meu âmago questiono. Absinto, hábito, absinto, absorvo. Doce demais! Forte demais! Bêbado demais! Sinto, espero, observo, abSinto mais uma vez...


Ah! E jah to de exame...