sexta-feira, fevereiro 06, 2009

As reações são prosas loucas!

São crônicas? São Mentiras? São fatos?
Que realidade brutal assola de tal forma?
Porque o medo as vezes vem sem avisar?
A insegurança descarta possibilidades
mesmo que o sentido seja o oposto?
Desgosto do afeto, descaso de um agosto,
agouro? Má fé? Mau gosto?
Desdobramentos de um contato tardio,
de um peso sombrio, que afeta!
Não ser mais o que era...
Não saber como chegou a ser,
não ser nada senão uma descoberta.
Uma constante alvura diante da lascívia.
Consciência contígua e congruente.
Que vontade de tê-la por perto,
que vaidade? Que luxo!
Saudade apertada e
abraços consistentes,
nesses devaneios utópicos
de melancolia sanguínea.
Temperamentos vazios
desses coléricos explosivos
e fleumáticos contidos.
Como são extremistas tais temperamentos.
Qual sentido?
Vontade? Desejo?
Acerto? Despejo de sentidos...
e de reações.
Que se manifestam sem cessar.

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