Somos seres invisíveis,
nesse mundo desconexo,
desprovido de caridade.
Complexo, côncavo e convexo.
Ambivalente e ambíguo.
Recobertos por uma melancolia funesta;
somos proveito,
fruto do âmago do mundo,
por alcunha somos tidos iguais,
não somos.
Fixados numa Meta nos tangenciamos.
Somos por natureza mutantes,
seres cambiantes tragados na inércia,
trazidos do limbo ao restauro.
Capsulados oblíquos.
Sóbria conexão.
O organizado é falho,
o atento distração.
Humanos erroneos vagantes,
ironicamente satirizando seus próprios anseios.
Eterna contradição.
Só alguns passos adiante
pegadas criam luz,
curam cicatrizes delirantes,
alucinadas.
Sombrio, medo lúgubre,
divina abstração.
Solução contida no etéreo,
vago, sandio e desvairado.
Simples assim.
Por natureza resíduo.
Seres além do nada,
em busca de sentido.
Sensações putrefatas,
a esmo sem vazão.
Lembrete do caminho,
mais rígido, menos daninho;
extravagante diferença,
a luz, o puro,
a Alva solução.
Quantos ãos serão necessários
até que o tempo finde?
O relógio acelera,
o cronômetro se distancia.
Vai e não volta, vai e volta;
espera, pára, prossegue.
Não se controla o tempo.
Tempos distintos
um ano, um dia,
TEMPO... mil anos.
Indomável, frenético,
sempre inaugural de novos tempos.
Vontades, lembranças, escolhas,
retornos inesgotáveis
até que o último se aproxima.
Não se pode alcançar
o que não se busca.
Não se pode almejar,
o que não se conhece.
Só se pode caminhar e conhecer
quando não está escuro.
Resmungar e aprofundar,
quando caminhos se cruzam;
interpelam e mudam.
Quando a realidade é perder
todo resquício de razão que se conhece.
E deixar para trás todos os vestígios
que se estabelecem.
Transformando o anátema,
por alto preço pago,
cuja dor se desconhece.
Não são devaneios sem causa.
Não é perda da noção;
mas um novo caminho,
ao encontrar uma nova ação.
O que somos senão fruto?
Quem senão criação?
Busco o santo e o eterno,
que a onisciência, onipotência e onipresença,
tradutoras do Divino,
demonstrem a misericórdia da minha indignidade.
O flagra, o gesto, a gota;
o sim e o não.
Até que findar não signifique
fim de fato,
mas uma hipérbole de continuação.
nesse mundo desconexo,
desprovido de caridade.
Complexo, côncavo e convexo.
Ambivalente e ambíguo.
Recobertos por uma melancolia funesta;
somos proveito,
fruto do âmago do mundo,
por alcunha somos tidos iguais,
não somos.
Fixados numa Meta nos tangenciamos.
Somos por natureza mutantes,
seres cambiantes tragados na inércia,
trazidos do limbo ao restauro.
Capsulados oblíquos.
Sóbria conexão.
O organizado é falho,
o atento distração.
Humanos erroneos vagantes,
ironicamente satirizando seus próprios anseios.
Eterna contradição.
Só alguns passos adiante
pegadas criam luz,
curam cicatrizes delirantes,
alucinadas.
Sombrio, medo lúgubre,
divina abstração.
Solução contida no etéreo,
vago, sandio e desvairado.
Simples assim.
Por natureza resíduo.
Seres além do nada,
em busca de sentido.
Sensações putrefatas,
a esmo sem vazão.
Lembrete do caminho,
mais rígido, menos daninho;
extravagante diferença,
a luz, o puro,
a Alva solução.
Quantos ãos serão necessários
até que o tempo finde?
O relógio acelera,
o cronômetro se distancia.
Vai e não volta, vai e volta;
espera, pára, prossegue.
Não se controla o tempo.
Tempos distintos
um ano, um dia,
TEMPO... mil anos.
Indomável, frenético,
sempre inaugural de novos tempos.
Vontades, lembranças, escolhas,
retornos inesgotáveis
até que o último se aproxima.
Não se pode alcançar
o que não se busca.
Não se pode almejar,
o que não se conhece.
Só se pode caminhar e conhecer
quando não está escuro.
Resmungar e aprofundar,
quando caminhos se cruzam;
interpelam e mudam.
Quando a realidade é perder
todo resquício de razão que se conhece.
E deixar para trás todos os vestígios
que se estabelecem.
Transformando o anátema,
por alto preço pago,
cuja dor se desconhece.
Não são devaneios sem causa.
Não é perda da noção;
mas um novo caminho,
ao encontrar uma nova ação.
O que somos senão fruto?
Quem senão criação?
Busco o santo e o eterno,
que a onisciência, onipotência e onipresença,
tradutoras do Divino,
demonstrem a misericórdia da minha indignidade.
O flagra, o gesto, a gota;
o sim e o não.
Até que findar não signifique
fim de fato,
mas uma hipérbole de continuação.
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